CMO da Futuro Florestal e atual presidente da Nativas Brasil, Rodrigo Ciriello, debate políticas florestais no Ministério do Meio Ambiente

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Encontro em Brasília foca na reestruturação de políticas como o PNF, Planaveg, entre outros, e Rodrigo traz a pauta para sobre o fortalecimento do setor de sementes e mudas nativas para viabilizar a restauração de ecossistemas e os modelos produtivos em larga escala no país.

Brasília, 19 de março de 2026 – Na manhã desta quinta-feira (19), Rodrigo Ciriello, CMO da Futuro Florestal, atual presidente da Nativas Brasil (Associação Brasileira dos Produtores de Sementes e Mudas Nativas) e colíder da FT de Silvicultura de Nativas da Coalizão Brasil, participou da “Oficina de Trabalho: Políticas Nacionais de Florestas“. O evento, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) em parceria com o Programa Paisagens Sustentáveis da Amazônia (ASL), ocorreu na sede do Ministério, em Brasília, e reuniu lideranças para debater o futuro da conservação e recuperação ambiental no Brasil.

O objetivo central do encontro foi a apresentação e o debate dos resultados preliminares de um estudo oficial focado na identificação de lacunas nas políticas e programas públicos e público-privados voltados às florestas nativas. O diagnóstico, conduzido por uma consultoria especializada, analisou as estruturas vigentes, com destaque para a efetividade do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg).

A participação de Ciriello marca um movimento de articulação essencial entre o setor empresarial e o governo. O executivo atua na linha de frente para dar visibilidade e estruturar a base da cadeia produtiva de sementes e mudas nativas, um gargalo histórico e o principal insumo necessário para que a restauração de ecossistemas ganhe a escala exigida para o efetivo combate às mudanças climáticas.

As discussões desta oficina integram um esforço estratégico de longo prazo do MMA. O governo federal avalia atualmente a necessidade de resgate do Programa Nacional de Florestas e prepara terreno para futuras revisões na governança do setor, incluindo o papel da Comissão Nacional de Florestas (Conaflor).

“A nossa presença neste debate no Ministério do Meio Ambiente é um passo decisivo. Para combatermos as mudanças climáticas de forma efetiva, precisamos escalar a restauração dos nossos ecossistemas. Isso só será possível se articularmos o setor produtivo com o governo para suprir as lacunas atuais de programas como o Planaveg e criarmos uma base estruturada e forte para a cadeia de sementes e mudas nativas no Brasil”, destaca Rodrigo Ciriello.

A estruturação dessa cadeia afeta diretamente as metas climáticas globais assumidas pelo Brasil, consolidando a bioeconomia e gerando impacto socioambiental positivo nos territórios de plantio.

Convite informativo do evento

Sobre a Futuro Florestal:
A Futuro Florestal é uma empresa inovadora no setor de silvicultura de espécies nativas. Focada em aliar impacto ambiental positivo, desenvolvimento da bioeconomia e soluções climáticas, a empresa desenvolve florestas de alto valor, promovendo a sustentabilidade e a recuperação de áreas degradadas com eficiência e escalabilidade.

Sobre a Nativas Brasil:
A Associação Brasileira dos Produtores de Sementes e Mudas Nativas atua na representação e no fortalecimento do setor. A entidade promove a articulação estratégica entre a iniciativa privada e o poder público, garantindo que o país tenha a infraestrutura e os insumos biológicos necessários para cumprir suas metas de restauração ecológica.

Sobre a Coalizão Brasil:
A Coalizão Brasil, Clima, Florestas e Agricultura é um movimento multissetorial que reúne representantes do agronegócio, do setor florestal, da sociedade civil, da academia e do setor financeiro para construir soluções voltadas ao uso sustentável da terra no Brasil. A iniciativa atua na formulação de propostas e na articulação com o poder público, buscando conciliar produção, conservação ambiental e ação climática em uma agenda estratégica para o desenvolvimento sustentável do país.

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Tectona grandis

Teca

Sobre a espécie

A Teca Tectona grandis é uma espécie asiática reconhecida mundialmente pela produção de madeira tropical de alta qualidade, resistência e excelente estabilidade dimensional. Apresenta fuste reto, bom desempenho silvicultural e elevado valor comercial, sendo amplamente utilizada em plantios comerciais. Desenvolve-se melhor em clima tropical, com verão chuvoso e inverno seco, em solos profundos, férteis e bem drenados, não tolerando geadas. Sua madeira apresenta baixa contração, resistência à umidade e boa durabilidade, sendo muito valorizada na produção de móveis, decks, revestimentos, laminação e construção naval.

FICHA TÉCNICA

Ciclo de corte

25 - 35 anos

CLIMA IDEAL

1.200 mm a 2500 mm / 13ºC a 45ºC, clima tropical úmido, com verão chuvoso e inverno seco

Espaçamento ideal

3x3 a 4x2

TIPO

Exótica Asiatica

BIOMA

Florestas tropicais de monção

MERCADO

Nacional e exportação

Finalidades e usos

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Agrofloresta

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