Visita técnica de Análise de Aptidão florestal

A visita tem como objetivo realizar uma avaliação de aptidão florestal da propriedade, coletando os dados de campo, como amostras de solo, pontos georeferenciais, análise de topografia e vegetação existente, verificar o histórico agropecuário, estrutura física e maquinário existente, entre outras características. Após os serviços de campo, as informações são processadas e analisadas em nossa unidade técnica, e organizadas e entregue em um Relatório contendo caracterização e classificação geral da propriedade, indicação da(s) espécie(s) mais adequada(s) para as áreas produtivas vistoriadas, opções de preparo do solo, recomendação de calagem e/ou gessagem, adubação de plantio e de cobertura, entre outras informações importantes para a implantação e manutenção do reflorestamento.


Visita técnica para orientação de plantio

 

Esta visita é realizada durante o primeiro dia de plantio da floresta ou agrofloresta, onde são passadas todas as orientações para o correto plantio das mudas, evitando dessa forma, equívocos nas operações de manuseio das mudas, adubação de base, aplicação do gel de plantio, etc. Essa visita tem como objetivo principal capacitar a equipe de mão de obra e gestão da propriedade rural que comanda a equipe de campo.


Visita técnica para manutenção florestal

 

Esta visita pode ser contratada em qualquer fase do  manejo sua floresta ou agrofloresta, mas principalmente naqueles onde haja alguma dificuldade ou dúvida na condução do plantio, como por exemplo, no caso de ocorrência de pragas e/ou doenças desconhecidas pelo produtor, orientação de podas e desbastes, entre outras dúvidas. As visitas de manutenção tem função principal de evitar falhas de manejo pois como as madeiras nobres são culturas estudadas a pouco tempo pouco verificamos de bibliografia a respeito, portanto a experiência prática é de grande importância. Recomendamos no mínimo uma visita anual.


Elaboração de Projeto Técnico


O projeto técnico é um documento onde constam todas as informações de um plantio florestal de madeira nobre, inseridas dentro de uma propriedade rural específica. É sempre importante realizar o projeto técnico florestal ou agroflorestal, mas principalmente para plantios maiores, a partir de 30 hectares, pois os mesmos geraram um grande investimento inicial do produtor, e com ele terão um guia prático descrevendo todas as atividades a serem realizadas do ano 1 ao corte final, servindo não só de referência no acompanhamento do projeto. Ele terá as premissas gerais e nele serão inseridas todas as informações do dia a dia no campo, ajustando quando necessário as diretrizes iniciais. É um documento essencial para elaboração e aferição de um plano de negócios profissional, complementando o mesmo no caso da venda do projeto para terceiros ou captação de linhas de crédito destinadas ao setor.


Cadastro de plantio no órgão ambiental estadual

 

 

O cadastro de plantio, deve ser feito para o plantio de espécies nativas brasileiras como por exemplo guanandi, mogno brasileiro, jequitibá rosa, louro pardo, entre outras, assim como para o plantio de espécies exóticas em estados que tem essa exigência. Tem como objetivo adequar o projeto florestal e agroflorestal a legislação brasileira, para que quando chegue a hora do corte das árvores para produção de madeira não haja nenhum impeditivo legal para armazenagem, transporte e venda da madeira ao mercado consumidor.


Inventário Florestal e marcação de desbaste


O inventário florestal fornece informações quantitativas e qualitativas a respeito de uma floresta. O serviço de inventário florestal deve ser feito com frequência anual, bianual ou no momento que antecede ao desbaste. É uma atividade primordial de ser realizada para acompanhar o desenvolvimento da floresta e agroflorestal, para que as operações sejam realizadas dentro do momento certo, trazendo a melhor produtividade.  Realizamos o inventário completo, definimos o momento ideal de desbaste e marcamos as árvores que devem ser desbastadas. Sem a realização desses procedimentos a floresta pode atrasar procedimentos importantes de desbaste, gerando madeira mais fina e de baixo valor agregado no futuro.